Posted tagged ‘Genocídio’

Hipocrisia assassina

3 de agosto de 2014

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Ok. Vamos deixar de hipocrisia e falta de vontade em enxergar o óbvio estridente, que, nesse caso, significam descaso desumano e fúria assassina mal disfarçada?

Isso não é (nunca foi) autodefesa. Isso não é (nunca foi) retaliação por alguns israelenses mortos. Isso não é (nunca foi) resposta a ataques de um grupo pífio de extremistas, o Hamas.

Isso é (sempre foi) mais uma etapa do processo de extermínio de um povo. Isso é (sempre foi) mais uma etapa para o assassinato coletivo de uma população, a consecução de um processo de limpeza étnica. Isso é (sempre foi) o desbastamento de terras ‘desocupadas’. Isso é (sempre foi) pura e simplesmente conquista de território. E o povo desse território que se dane.

Isso é, sempre foi, está sendo, a consumação de Genocídio, Holocausto, levado a cabo com fria determinação. E só vai acabar quando o povo palestino tiver sido dizimado.

 

“Bombardeio israelense destrói única usina de energia da Faixa de Gaza”

CIDADE DE GAZA (Reuters) – Disparos de um tanque israelense atingiram nesta terça-feira o depósito de combustível da única usina de energia da Faixa de Gaza, interrompendo o suprimento de eletricidade para a Cidade de Gaza e várias outras partes do enclave palestino de 1,8 milhão de habitantes.

 

https://br.noticias.yahoo.com/bombardeio-israelense-destrói-única-usina-energia-da-faixa-102648150.html

 

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No dia em quem todas as crianças palestinas estiverem mortas

25 de julho de 2014

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Dia virá (não se apresse, já está chegando)

não falaremos mais das mortes de crianças,

aos nossos olhos, de Gaza.

Não choraremos o horror do genocídio

visto em rede de satélites online,

aos nossos olhos, ouvidos e estômagos,

das crianças de Gaza.

Não ficaremos estúpidos paralisados constrangidos

a observar o monstro-míssil sublimar em fumaça e sangue

tantas e tantas crianças de Gaza.

Não comentaremos, muito menos observaremos,

não teremos mais olhos.

De que havia crianças em Gaza.

Em um tempo quando corriam pelas ruas de areia

sem saber que seriam suas tumbas,

sem saber soletrar a palavra Hamas.

Em um tempo quando jogavam futebol em campinhos de areia

sem consciência de que cometiam o último gol,

pois não sabiam que era proibido

ser criança palestina em Gaza.

Ou nem corriam ainda,

nem tinham saido da barriga palestina, ainda

nem soletravam Tumba, ainda

(embora já fossem consideradas terroristas),

Ficaremos pisando pungentes

as lembranças de crianças-vísceras,

de crianças-ossos,

de crianças-sugadas.

Porque estarão mortas.

Serão História.

E poderemos, por fim, construir

lindos memoriais em sua homenagem,

escrever teses inteligentes sobre a estupidez da chacina,

exigir animadas resoluções internacionais ridículas

e suspiraremos aliviados por sabermos:

continuarão a ser animadas e ridículas,

nunca serão respeitadas, sequer ouvidas,

como nunca foram.

E deixaremos escorrer lágrimas de saudades

por aquelas que um dia foram

as crianças mortas de Gaza.

Pois afinal isso é absurdamente mais fácil,

mais bonito,

mais poético,

do que impedir que elas continuem sendo mortas

Agora.

claudinei vieira

 

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Usar as palavras corretas. GENOCÍDIO PALESTINO.

21 de julho de 2014

 

Usar as palavras corretamente ajuda a definir o que você realmente pensa. Não há um ‘Conflito Israel-Palestina’. Não é uma ‘guerra’ Não há um ‘avanço’ . É um massacre. Limpeza étnica. Destruição e morte um povo inteiro.

É GENOCÍDIO.

Também conhecido como HOLOCAUSTO.

Veja como todas as outras considerações desparecerem ou se tornam pífias quando os termos são colocados em seu devido lugar.

GENOCÍDIO PALESTINO. Diante dos seus olhos. Em tempo real e à cores. Para o mundo todo assistir.

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A verdadeira Lei Divina de Israel: Genocídio Palestino

9 de julho de 2014

Privilégios do Século 21: assistir ao vivo e à cores, em todos os satélites e ondas internéticas, em tempo real, o GENOCÍDIO de um povo.

Israel só vai parar quando o solo de Gaza já tiver secado do sangue dos palestinos, dos homens, mulheres, crianças, cultura e história palestinos. Pois a verdadeira Lei Divina seguida por Israel é a do massacre.

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Cinco mil cruzes. Bastam para lembrar que os índios continuam a ser massacrados?

20 de outubro de 2012

 

Quantas mais serão necessárias para tomar a consciência, descer a cara hipócrita e reconhecer que os índios continuam a ser massacrados, aculturados, literalmente mortos, afastados de suas terras, tratados como povos ignorantes e descartáveis?

Descartáveis. Servem quanto muito para cartões postais e festejar doentias datas de ‘comemoração’. Descartáveis e inúteis. Inclusive incômodos, por atravancar interesses de posseiros, latifundiários, atrapalhar construção de usinas, reinvidicar antigos direitos de posse de terra.

Cinco mil cruzes não bastam. Nunca bastarão. Somente quando estiverem todos mortos e enterrados. Aí sim, e somente assim, poderão ser lembrados os gloriosos dias quando os índios eram puros, ligados à natureza, ‘bons selvagens’, exemplos a serem seguidos…

Enquanto isso, continuam insistindo (os inúteis, os ultrapassados, os descartáveis ) em sua pretensão de serem tratados como seres humanos.

Cinco mil cruzes foram colocadas hoje (19) no gramado da Esplanada dos Ministérios, próximo ao Congresso Nacional. O protesto, organizado por comunidades indígenas e entidades de defesa desses povos, simboliza índios mortos e ameaçados, especialmente os guaranis kaiowás, de Mato Grosso do Sul, que hoje é a etnia que mais sofre com a violência fundiária, segundo os organizadores. Os indígenas também reivindicam a homologação e demarcação das terras.”

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/10/em-protesto-indios-cobrem-gramado-da-esplanada-dos-ministerios-com-cruzes?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

A usurpação das terras Guarani Kaiowá e o genocídio no Mato Grosso do Sul.

Comitê Internacional de Solidariedade a Luta do Povo Guarani e Kaiowá

 

http://solidariedadeguaranikaiowa.wordpress.com/breve-historico/

 

 

 

 

As lindas luzinhas da morte em Gaza

28 de dezembro de 2011

Uma pergunta que me martela a mente: o que é necessário, quais os requisitos legais (e morais e constitucionais e etc) para que o ocorrido na Faixa de Gaza seja considerado como ‘genocídio’ pela ONU, pelos demais países do mundo e ou qualquer outro órgão político internacional? Não é uma pergunta retórica; eu realmente gostaria de saber.

– Três  anos do odioso massacre na Faixa de Gaza promovido por Israel. O site ‘Palestine Youth Voice’ publica uma lista completa das vítimas, com nomes, idades, causa da morte.

Para mim, o que mais salta aos olhos é a quantidade de ‘extremistas’ palestinos mortos com idade entre 0 e 03 anos.

http://palestineyouthvoice.wordpress.com/2011/12/27/victims-of-the-aggression-on-gaza-dec-27-08-jan-18-09/

 

 

Notas de um genocídio

7 de janeiro de 2009

gaza – Palestinos no Facebook

de Idelber Avelar: “Já há alguns meses, recolho quase diariamente, via Facebook, relatos de palestinos vivendo sob o horror da ocupação colonial ou no desterro dos campos de refugiados. Se você é membro da comunidade do Biscoito no Facebook, e não está listado como meu amigo, fique à vontade para enviar uma solicitação (uma linha de auto-apresentação ajuda)”.  in O BISCOITO FINO E A MASSA

Why do they hate the West so much 

“So once again, Israel has opened the gates of hell to the Palestinians. Forty civilian refugees dead in a United Nations school, three more in another. Not bad for a night’s work in Gaza by the army that believes in “purity of arms”. But why should we be surprised? Have we forgotten the 17,500 dead – almost all civilians, most of them children and women – in Israel’s 1982 invasion of Lebanon; the 1,700 Palestinian civilian dead in the Sabra-Chatila massacre; the 1996 Qana massacre of 106 Lebanese civilian refugees, more than half of them children, at a UN base; the massacre of the Marwahin refugees who were ordered from their homes by the Israelis in 2006 then slaughtered by an Israeli helicopter crew; the 1,000 dead of that same 2006 bombardment and Lebanese invasion, almost all of them civilians?” – in THE INDEPENDENT

– Notícias do genocídio

89 crianças e 30 mulheres entre os mortos confirmados em Gaza até o dia 5

A defesa de Israelgaza3

Há uma diferença, nos dizem, entre as matanças perpetradas pelos grupos islâmicos e aquelas por Israel…

A “força” do inimigo de Israel

O início dos ataques israelenses na Faixa de Gaza não é uma simples reação aos foguetes do Hamas…

A contradição de Israel

Entrevista com Amira Hass, correspondente do jornal Haaretz nos territórios ocupados

A “transferência compulsória” palestina

O bombardeio israelense é apenas mais uma etapa da limpeza étnica empreendida pelo Estado de Israel desde 1948…