“As leis são como as mulheres, estão aí para serem violadas”.


Quem proferiu essa lapidar frase de sabedoria moderna (“Las leyes son como las mujeres, están para violarlas”) foi o espanhol José Manuel Castelao Bragaño, ex-presidente de um órgão consultivo para o governo ligado ao Ministério do Trabalho espanhol. Recém-empossado no cargo (havia sido no dia anterior, dia 05) para um mandato que seria de quatro anos, Bragaño falou isso durante uma reunião aborrecido (ou divertido) por conta de um problema burocrático para o fechamento de uma ata.

É, o inconsciente faz dessas coisas de vez em quando, imbecilidades irrompem inesperadamente, faz a pessoa escorregar, e dizer o que pensa, de verdade, no íntimo, agora escancarado.

A reação e o choque foram imediatos.

Pouco depois, Bragaño anunciou sua renúncia do cargo, mas disse que foi por motivos pessoais.

Ao todo, ficou quatro dias no cargo.

Ficou demais.
http://sociedad.elpais.com/sociedad/2012/10/05/actualidad/1349454276_520810.html

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