Vampiras Lésbicas.

 

Comecemos com literatura.

Tenho a impressão de que muita gente pensa que foi Bram Stoker (ou Coppola…) quem inventou a literatura de vampiros. O que não poderia ser mais equivocado. O que Stoker fez foi compilar todas as histórias e caracterizações que já estavam rolando há muito tempo e as redigiu em um só livro até que bem escrito. Bem antes da sua criação do Drácula baseado rasteiramente em uma personalidade verdadeira, já circulavam vários vampiros de muitas estirpes. Um dos que fazia mais sucesso era o Lorde Ruthwen, de John Polidori (criado a partir de uma idéia do poeta Byron que dizia-se também serviu de molde para a aparência física do vampiro, com seus olhos brilhantes, a pele muito branca e fria, e os hábitos noturnos…). Em 1872, surgiu ‘CARMILLA‘, de Sheridan Le Fanu, que serviu de inspiração direta para Bram Stoker, anos depois.

Carmilla é uma vampira centenária que tem predileção especial por jovens e belas donzelas desprotegidas. Apresentada por ‘amigos’ como uma jovem que precisa de guarida por alguns dias enquanto sua ‘família’ precisa tratar de complicados problemas em outro país, ela vai se infiltrando na casa dos seus anfitriões, participa do seu cotidiano, faz amizade com os moradores e principalmente as moradoras. Aos poucos, a filha do anfitrião começa a sentir os efeitos de uma estranha doença que vai tirando sua vitalidade, começa a ter pesadelos à noite, seu sangue se esvai, e ao cabo de algumas semanas de sofrimento, morre. Ao pescoço, duas pequenas marcas, dois furos do tamanho de dentes. Chega o momento em que Carmilla é afinal reconhecida, caçada e destruída, mas não sem antes algumas donzelas terem sido devidamente sugadas pela vampirona.

O clima gótico, a sexualidade nada sutil (mesmo que não explícita), a narrativa simples, o relato curto e muito eficiente… A leitura de ‘Carmilla’ hoje pode
parecer simplificada em demasia; no entanto, surpreende como seus signos ainda continuam atuais e muito presentes. Claro! Este foi um dos livros que criaram toda a mitologia e estética dos vampiros, tais quais as conhecemos.

Os signos não só parecem atuais, são os mesmos.

O charme dessa pequena fábula / conto de terror ainda funciona!

Em 1970, ‘Carmilla’ foi filmado com o nome ‘THE VAMPIRE LOVERS‘ pela Hammer, estúdio inglês especializado em filmes de terror, com predileção pelos climas góticos, noites com pesados nevoeiros, castelos altos, lugares afastados, e histórias com vampiros. Opa, era só acrescentar uma pitada de belas mulheres nuas e ‘Carmilla’ parecia um pré-roteiro preparado e pronto justamente para o apetite inglês que ansiava para variar e sair um pouco da capa do eterno e muitas vezes requisitado Conde Drácula. Mantém-se basicamente a mesma história do livro: Mircella, a misteriosa filha de uma condessa fica hospedada um tempo na casa do General Von Spielsdorf (Peter Cushing) e de sua sobrinha Laura. Pesadelos acometem Laura noite após noite e sua saúde piora progressivamente. Quando morre, Mircella já havia desaparecido.

Pouco depois, agora com o nome de Carmilla, reaparece em outro vilarejo distante, onde consegue ser hóspede da mansão do Sr. Roger Morton (George Cole), que vive afastado com a filha Emma (Madeline Smith) e alguns criados. Todos na casa, tanto o anfitrião quanto Emma, a governanta Srta. Perrodot, o capataz, e os demais empregados são afetados por acontecimentos e sentimentos estranhos após a chegada de Carmilla. Ela, na verdade, é Mircalla Karnstein, uma antiga aristocrata que vem sugando sangue de jovens inocentes há muito tempo e está sendo perseguida pelo Barão Joachim von Hartog, que conhece sua história e procura vingança pela morte da própria irmã provocada por Mircalla.

‘The Vampire Lovers’ tinha tudo para ser um grande sucesso. E foi. Tornou-se um filme cult, referência no cinema de terror com mistura de erotismo, iniciou uma trilogia baseada em histórias de Sheridan Le Fanu, proporcionou uma boa sobrevida aos estúdios Hammers, não fez nenhum mal à carreira do decano Peter Cushing e apresentou Ingrid Pitt.

Muito do apelo e sucesso de ‘The Vampire Lovers’ deve-se exatamente à presença e a caracterização de Carmilla por Ingrid, cuja história pessoal em si poderia proporcionar um estranho filme de aventura, suspense e terror. De origem polonesa, filha de pai alemâo e mãe judia, conseguiu sobreviver a um campo de concentração na Segunda Guerra Mundial, casou-se com um soldado norte-americano, foi morar na Califórnia, fez alguns pequenos filmes, até ser chamada para personificar a vampira de Sheridan. O seu primeiro casamento fracassou, mas sua carreira permaneceu sempre firme, depois de ‘Vampire Lovers’ participou de outro sucesso, ‘Countess Dracula’, atuou em teatro, montou sua própria companhia, escreveu vários livros policiais e de terror, participou como convidada em vários seriados de televisão, morou na Argentina, escreveu roteiro para a série ‘Dr. Who’, e até o final de sua vida (ela morreu em 2010, há pouquíssimo tempo!) continuou ativa, participava de convenções de fãs de terror, continuava escrevendo. Ingrid Pitt, a bela e mortífera Carmilla!

Quando pensei em escrever este texto, dois filmes eram muito óbvios para mim, já os escolhera de antemão, era sobre eles que eu queria falar. Tinha a noção de que tinham sido feitos na mesma época, na década de 70, mas foi somente quando revi os dados e as referências que percebi que eram praticamente da mesma data, com diferença de poucos meses. Pois são realizações tão diferenciadas e com resultados tão particulares que parecem ter sido filmados em universos completamente á parte. De uma certa forma, realmente foram.

Em ‘VAMPYROS LESBOS‘, esqueça-se dos climas sombrios e castelos altos, de lugares escondidos e jorros de sangue. Para dizer a verdade, em se tratando desse diretor específico, Jess Franco, esqueça-se até um pouco de que esse é um filme de vampiras e se concentre na palavra ‘lésbicas’. Jess Franco é o cultor de uma espécie de gênero cinematográfico de muito sucesso e visibilidade: o sexploitation, que volta e meia retorna (com outro nome ou sem qualificação) com produções pontuais, e que adquiriu magnitude industrial com Franco, pela quantidade e rapidez com que produzia (ele já deve ter feito por volta de duzentos filmes), principalmente na época de sua maior produtividade, nas décadas de 70, 80. As características principais do sexploitation: produção barata (na maior parte das vezes, muito barata), bastante mulher pelada (obviamente!), roteiro mínimo, muita ação, muita cena de sexo, mais mulheres peladas, histórias que transitem por algum gênero que esteja mais em moda no momento (como policiais, terror, suspense, prisões de mulheres).

Com isso, pode-se dizer que Jess Franco conseguiu cair alguns buracos fundos em termos de cinema trash e de picaretagem (em épocas de trabalho intenso, para garantir o ritmo de quatro, cinco filmes por ano, Franco chegou a fazer cinema de ‘costura’: recortava cenas de vários filmes diferentes, montava um roteiro esdrúxulo para justificar uma história quase sem sentido, trocava os nomes dos atores, trocava o próprio nome, e lançava assim um filme ‘novo’), mas no meio do trash, mantendo-se sempre firme e fiel às características do sexploitation, realmente produziu algumas obras muito interessantes! ‘Vampyros Lesbos’ sem dúvida alguma é um exemplo do que melhor fez e com alguns aspectos bem diferentes do restante de sua obra.


Vejamos. A inspiração aqui é diretamente o livro de Bram Stoker, ‘Vampyros Lesbos’ é uma versão feminina lésbica do Conde Drácula. No caso, uma condessa, Nadine (Soledad Miranda), descendente direta do draculão, costuma atuar em um show erótico em um clube particular. O clube, na verdade, é o ponto onde ela conhece e seduz suas vítimas, conduzindo-as para onde mora de verdade: ao invés de um castelo sombrio, uma ensolarada mansão à beira-mar, com piscina e decoração brilhante high-tech estilo discoteque, com todo o luxo, exagero, e mau gosto da época. Ali elas transam, trocam juras de amor, e a condessa suga afinal o sangue.

O filme começa quando a advogada Linda (Ewa Strömberg) vai assistir o show junto com seu marido e, espantada, reconhece no palco a mesma mulher com quem vem sonhando há vários dias. A enigmática e fascinante morena de longos cabelos negros se apresenta e a convida a visitar sua casa. Linda sente que alguma coisa não está certa, mas aceita o convite, elas tem uma noite de amor e, no dia seguinte, ela acorda e percebe o que aconteceu: Nadine é uma vampira, que por algum motivo acabou não matando-a. Linda corre, refugia-se em uma clínica psiquiátrica mantida pelo Dr. Seward que tem entre suas pacientes uma outra mulher com as mesmas ‘alucinações’ de Linda, sobre uma ‘mestra’ que a vai resgatar a qualquer hora. Os sonhos de Linda continuam, porém; o ‘assédio’ da Condessa faz-se mais premente. A Condessa não admite para si mesma, mas a verdade é que começa a sentir uma paixão como nunca antes tivera por qualquer outra mulher e por isso não conseguira matá-la.

Certo. Uma pergunta: diante dessa sinopse, dá para perceber alguma coisa de diferente de outras milhares de produções de vampiros (tirando o ‘detalhe’ dos personagens principais serem mulheres)? É claro que não! (se você imaginou que sim, é melhor pensar direito…). Os clichês estão todos presentes e alinhavados, nenhuma novidade na história. Além do que, a produção é paupérrima (embora… se for comparar com muitos outros filmes de Franco, esse aqui até pode parecer uma superprodução), o roteiro é confuso e mal escrito com evidentes soluções ligeiras e encaixadas sem muito critério, os atores em geral são péssimos, a fotografia é bonita e bem feita, mas comum. Então, portanto, o que faz de ‘Vampyros Lesbos’ uma obra diferente? Por que estou fazendo tanta questão de destacá-lo?

Por alguns motivos simples e concretos. O primeiro é a direção de Jess Franco. Ele dribla a falta de dinheiro com saídas interessantes e imaginativas, adotando um tom onírico e bizarro na narrativa, desde o começo, principalmente nas cenas de sonhos, claro, mas que prossegue pelo filme inteiro, o que lhe confere um caráter, uma imagem, uma sensação, únicas. Se o roteiro pode ser considerado falho, por outro lado (seja pela grana curta, ou incompetência mesmo de escrita, ou, quem sabe, uma linha adotada conscientemente pelo diretor), os buracos narrativos, as cenas desencontradas, os personagens estranhos, acabam fazendo (por acaso ou de propósito) um todo coerente. Mesmo que seja surreal. Ou talvez exatamente por causa disso.

Outro ponto interessante é que as soluções práticas para detalhes técnicos, como cenografia, decoração, vestuário, evidenciam um esforço de criatividade que funcionam muito bem, a tal ponto que observa-se quase um mosaico da arte e decoração daqueles anos, assim como uma irritante e chatérrima trilha sonora, ao estilo ‘tecno’ daquela época (hoje conhecida como ‘música de elevador’ ou ‘de sala de espera no consultório do dentista’) que, no final das contas, casa perfeitamente com a estranheza geral do filme.

E há Soledad Miranda. Difícil definir a ‘atuação’ de Soledad. Não era exatamente uma boa atriz, e também não estou dizendo que fosse somente bonita e soubesse usar de sua beleza. Isso é verdade, mas não só. Se ficássemos nisso, seria uma simplificação grosseira, beirando a mentira. O fato é que ela possuía uma presença marcante, uma sensualidade latente, não exagerada (não forçada, talvez fosse melhor dizer) que fazia com que todas as cenas em que aparecia se tornassem muito mais bonitas, mais chamativas, mais… especiais. O rosto podia ficar impassível, mas o clima a sua volta mudava, tornava-se mais denso. Pouquíssimas atrizes tiveram esse poder e essa presença em toda a história do cinema. Sharon Tate foi uma delas. Marilyn Monroe foi outra.

Em sua curtíssima carreira, Soledad participou de dezenas de filmes, tornou-se a musa de Franco (foi descoberta por ele quando tinha 16 anos) com quem fez somente sete filmes (a maioria inassistível). Impossível saber o que poderia ter alcançado ou realizado. Poderia ter sido uma diva, uma musa cinematográfica. Claro, poderia ser o contrário, chegasse uma hora que não quisesse mais atuar, abandonasse o cinema e fosse fazer medicina pediátrica no norte da Espanha. Não poderemos saber, pois logo antes de assinar um contrato para trabalhar durante mais dois anos com Franco, ela sofreu um estúpido acidente de carro e morreu com somente 27 anos de idade!

Eu tentei pensar em algum filme com essa temática nos Estados Unidos que tivesse sido rodado na mesma época dos dois acima, para efeito de comparação, e não estava lembrando de nenhum exemplo, quando me bateu na mente algo que assisti há muito tempo atrás, em alguma exibição de alta madrugada na televisão ou alguma sessão maldita de cinema de bairro.

Passava-se exatamente na década de 70 ou final de 60, com todos os signos do que se mostraria em terras norte-americanas, isto é, contracultura, Guerra do Vietnã, road-movies, etc. Segundo o que consigo lembrar, era uma turma de motoqueiras vampiras estilo hell´s angels que andavam em turma provocando caos por onde passavam e se alimentavam dos garotões fortes que tentavam seduzi-las. Não atacavam somente adolescentes indefesas (Hell´s Angels homens deveriam ter muito mais sangue, imagino…), isto é, não eram exatamente lésbicas, mas recordo de como se abraçavam e se beijavam entre si de um modo mais do que fraternal, digamos assim. Até que elas topam com um casalzinho pacato e bobalhão que, com sua falta de jeito, conseguem se defender da investida das vampiras. Ou elas matam o namorado dela e ela vai atrás para se vingar, alguma coisa pelo estilo.

Nunca mais assisti esse filme, nunca consegui referências ou dados sobre. Aliás, para dizer a verdade, pensando agora, nunca conheci nenhuma pessoa que também tenha assistido. Será que eu sonhei ou inventei para mim mesmo isso tudo?

Motoqueiras vampiras lésbicas Hell´s Angels??

Se eu realmente imaginei, se é somente fruto onírico de desejos íntimos meus, isso diz muito sobre a minha mentalidade de adolescente!

Passemos então da década de 70, entremos na de 80, para um dos mais filmes mais cults de todos os tempos.

FOME DE VIVER‘ nasceu para ser cult. Foi criado para isso. Tony Scott se empenhou exatamente nesse sentido. E conseguiu. Cult e estiloso, eu diria. A preocupação de Scott, muito mais do que contar uma história, é mostrar estilo. De tal modo que, muito do que ele mostrou e fez tanto sucesso na época quando foi lançado (1983), envelheceu mal e ficou datado e um tanto bobo. Os jogos de câmera (estilosos), a iluminação escura, os ventos que agitam as (muitas) cortinas transparentes que proporcionam cenas ainda mais estilosas, a música dark, nada disso permanece ou ainda é importante.

Entenda-se: são muito bem feitas, de tal modo que podemos assisti-las numa boa, sem revolta, mas sempre com um sentido um tanto irônico, como se olhássemos para as brincadeiras de uma criança grande que gosta de inventar, pensa que está fazendo algo muuito diferente e nunca pensada anteriormente e se sente orgulhoso com sua criatividade e originalidade. Olhamos e sabemos que isso passa, podemos tolerar.

Claro, se o filme se resumisse a um exercício de estilo seria muito chato e raso. Para sua sorte, do filme, e nossa, expectadores, há muito mais e mais importante: uma história com premissa bacana, bem simples e direta, atores fantásticos, atrizes maravilhosas, e uma direção que sabe se conter nos momentos precisos, ou pelo menos, não atrapalha tanto.

Catherine Deneuve faz Miriam Blaylock, uma vampira que suga o sangue ao longo de séculos e coleciona amantes, prometendo-lhes a vida eterna. Seu último companheiro é John (David Bowie, perfeito) e juntos fazem um belo casal. Cool, descolados, frequentam as baladas mais quentes, escolhem novos parceiros para transarem a cada noite. Estilosos ao máximo, eles não rasgam as gargantas de suas vítimas com dentes afiados ou caninos superdesenvolvidos. Não mesmo. Eles carregam um colar com um pequeno crucifixo cuja base é uma faquinha com a qual cortam as jugulares de suas vítimas. E aí se fartam.

A promessa feita por Miriam de uma vida eterna é real, e John se sente muito bem com a idéia, só que ela não revela um pequeno detalhe: chega um momento na ‘vida’ dos seus parceiros quando eles sofrem um envelhecimento repentino e irreparável, até não conseguirem sequer se locomover. Nunca morrerão. Viverão mesmo para sempre. Mas em um corpo entrevado e inútil. É o que acontece com todos os parceiros de Miriam, elas os amou até a última gota de seu sangue, enquanto não envelheceram. E guarda os corpos de todos em caixões especiais, no fundo do porão de sua mansão.

Quando John se conscientiza do que lhe acontecerá, inclusive já está acontecendo, corre desesperado para tentar uma solução e conhece uma cientista especializada em doenças de envelhecimento precoce Sarah Roberts (Susan Sarandon), mas nem ela pode ajudar, nem sequer entende o que está acontecendo. Sarah tenta entrar em contato com John e conhece sua ‘mulher’, Miriam, e opa, os olhos de Miriam brilham, encontra sua nova parceira para a ‘vida’ inteira, e a seduz, sem dizer que a estará transformando em uma vampira. Em uma noite de amor, completamente estilosa, com milhares de cortinas transparentes esvoaçantes, Miriam faz Sarah sugar de seu sangue e a partir de então uma nova vampira, relutante e a contra-gosto, surge.

Diga-se o que se quiser de Tony Scott e suas manias e exageros estilísticos de filmagem que nunca abandonou (mas diminuiu bastante em relação à ‘Fome de Viver’, o que lhe permitiu fazer outros filmes interessantes, embora nenhum realmente memorável e indispensável), não importa! Pelo fato de ter colocado Catherine Deneuve transando com Susan Sarandon no auge de sua beleza faz desse diretor um dos mais importantes do século passado. Simplesmente.

Quando estreou há poucos anos, o aguardado (por mim, aguardadíssimo) ‘Lesbian Vampire Killers’, a frustração resultante foi enorme. O título e a premissa ótimas (dois amigos nerds e bobalhões acabam parando em uma vila onde as mulheres são amaldiçoadas: quando atingem dezoito anos, tornam-se vampiras lésbicas e sugam o sangue de todos os homens que encontram) prometiam coisa muito melhor do que o desastre apresentado. Poderia ser uma comédia engraçada (ou até mesmo boba, seria um ganho) com um sensualismo discreto. Bah. O roteiro é ridículo, os diálogos terríveis, as piadas nulas, os atores péssimos. As vampiras são bonitas (e enfatiza-se o ‘gostosonas’), mas todas tem expressão de peixe morto, nenhuma passa o sentimento de terror e menos ainda de tesão, e de lesbianismo alguns beijos sem graça.

Foi da frustração ao assisti-lo que pensei nos verdadeiros filmes de vampiras lésbicas clássicos e escrevi esse texto, publicado no meu site anterior, e aqui revisto e atualizado.

 

 

 

 

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4 Comentários em “Vampiras Lésbicas.”

  1. Stella Santos Says:

    Amei a publicação… vou assistir todos.. *__________*

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  2. Antônia rosangela de Souza frangos Says:

    estou aprocura de filme de vampira lésbicas romance

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