A Valente Jodie Foster e o Desejoso de Matar, Charles Bronson

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Com o lançamento do box com os cinco filmes da série ‘Desejo de Matar’, aproveito e faço o comentário que gostaria de ter escrito na época de ‘A Valente’, com a Jodie Foster.

Gosto de comparações entre filmes originais e refilmagens, é um excelente instrumento para tentar apreender as diferenças do âmbito em que foram produzidos. Não estou pensando aqui em repetir o chavão da piora progressiva de um filme ser refeito, concordo que a ruindade seja quase a regra (lembrando de algumas experiências exdrúxulas, tais como ‘novos’ filmes baseados em Hitchock, tentativas até cômicas, pela sua pretensão e pelos resultados ridículos). No caso de ‘A Valente’ (título até que coerente com o nome original ‘The Brave One’, mas por que se respeitam nomes originais somente quando estes já são ruins de natureza?), eu concordo que não dá para comparar os respectivos méritos. ‘Desejo de Matar’ é melhor do que ‘The Brave One’ (não estou conseguindo usar o nome ‘A Valente’), e pronto. Até muito melhor, talvez. Devo dizer, no entanto, para não gerar confusões bobas, que gosto sim do filme da Jodie Foster! Não é um grande filme, há problemas de roteiro principalmente na sua finalização, a direção de Neil Jordan está longe de seus melhores trabalhos, a produção é pobre, evidenciando pouco dinheiro utilizado na filmagem. Mas se a direção não é o melhor, também não estraga; o roteiro faz o serviço de contar uma história coerente e com boas situações, a violência é assumida sem frescuras, e os atores estão ótimos, responsáveis pelo que há de melhor no filme todo: sempre que Jodie Foster (a vingadora) e Terrence Horward (o policial) se encontram, a qualidade sobe muito!

Tudo bem, mas a coisa não termina por aí. Quero entender quais são os pontos de intersecção (e os de distanciamento) que permitem compreender porque tais opções foram feitas e o que isso pode dizer do momento em que foram realizados. Tais opções escolhas não são aleatórias, não existem coincidências nem fortuidades aqui, mesmo que as escolhas não sejam exatamente conscientes. No mais das vezes, inclusive, são justamente as medidas não reconhecidas, aquelas que não são percebidas nem mesmo pelos próprios realizadores, os mais reveladores de suas verdadeiras intenções.

Navegando pela net, colhendo opiniões, percebi de imediato algumas confusões generalizadas. Em certo blog, por exemplo, dizia-se que não se podia comparar os respectivos filmes do Charles Bronson com a Jodie Foster, pois esta não é uma vingadora fria e sem perturbações, que ela reluta muito em começar a matar, diferente da impetuosidade e sede de matança do personagem de Bronson. Quando penso que ‘The Brave One’ segue quase passo-a-passo todas as fases do primeiro ‘Desejo de Matar’, eu só posso concluir que não se assistiu ao filme do Bronson. Ou então se deixou levar pela figura-clichê dos demais episódios da série (e de tantos outros filmes do próprio) e não percebeu que há uma boa distância entre este primeiro Desejo de Matar e os demais.

Pensar os cinco filmes e observar como o personagem de Bronson muda de densidade, de propósitos e fundamentação, já daria um trabalho considerável (posso dar um exemplo e dizer que não devemos nos confundir com o esquema fechado e simplista de todos os filmes da série do ‘homem pacato, simples e comum, tem sua família e amigos mortos, a polícia é incapaz / incompetente / indiferente de fazer qualquer coisa, e ele parte então para se vingar dos assassinos, fazendo justiça com as próprias mãos’; não importa que isso se repita sempre: o personagem de Bronson é radicalmente diferente e tem intenções diversas do primeiro para os demais episódios; talvez eu possa explicar melhor mais pra frente).

Portanto, para especificar: estou discutindo a relação, as diferenças e aproximações, entre ‘The Brave One’, de 2007, com o primeiro ‘Death Wish’, realizado em 1974.

Mesmo porque, ‘Death Wish’ possui umas peculiaridades muito marcantes, que o diferenciam inclusive de toda a carreira de Charles Bronson. Não é questão da violência, das mortes, dos assassinatos, nem do fato de se fazer justiça com as próprias mãos. O cinema norte-americano é praticamente calcado nisso, faz parte da construção do self made man norte-americaníssimo. Basta lembrar dos faroestes, onde o personagem principal tem sua mulher / filho / irmão / melhor amigo / mortos e sai-se à caça dos assassinos. Nos policiais também, claro, e aqui em geral é o parceiro (simpático, bacana, que gosta de cumprir as regras) que na metade do filme é morto, dando vazão para que o policial remanescente vá á caça, passando por cima das regras oficiais. Um exemplo imediato que me vem à cabeça agora é ‘Chuva Negra’, com Michael Douglas (o policial durão) e Andy Garcia (o policial simpático que vai morrer). Fico somente com esse, pois a lista seria interminável.

A questão não é a violência. É o discurso.

Na década de 70, a violência no cinema adquire um patamar muito mais acentuado, resultado de uma enorme discussão e histeria reacionária generalizada na população norte-americana em relação aos acentuados níveis de violência na sociedade (claro, o sentimento de medo da classe média branca dos Estados Unidos desses tais ‘indíces’ mal e mal escondia o terrível susto que estavam passando pela época com a força e o incremento dos movimentos de contestação negra, das revoltas estudantís, da oposição à guerra do vietnã, e por aí vai). A resposta da intranquilizada sociedade bem quista norte-americana : deve-se reprimir; bandido bom é bandido morto; a polícia é incapaz, incompetente e / ou corrupta e fomentadora dessa mesma violência maior e / ou insuficiente para a proteção das pessoas de bem. Tem que se tomar a responsabilidade nas mãos. Estou generalizando e simplificando ao máximo, só para demarcar o terreno e percebermos que o cinema estava pronto para o ‘Death Wish’, mas antes disso houve dois principais antecessores (entre a massa de filmes que cultivaram o caldo dos ‘vigilantes’).

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O primeiro destaque foi ‘Perseguidor Implacável’ (‘Dirty Harry’), de 1971, com Clint Eastwood. Clint traz para o cenário urbano o clima e a perspectiva dos antigos faroestes (onde ele próprio surgiu, aliás) e assume a figura do policial-vingador-‘consciente’ na cidade grande: aquele que sabe que, se você não mata, é morto; que sabe que o sistema judiciário é fraco, inadequado e mais preocupado em ‘proteger’ os bandidos do que ajudar os inocentes, que se tem de atirar primeiro e perguntar depois (e, de vez em quando, lamentar se algum inocente também morre), que sabe bem que as regras foram feitas para serem quebradas para se poder fazer justiça. Bandido bom é bandido morto. Dirty Harry é a glorificação do policial que, apesar de ser parte do sistema (afinal, é um policial, por mais heterodoxo que seja), luta contra este mesmo sistema corrupto e decadente.

Com ‘Sob o domínio do medo’ (‘Straw Dogs’, também de 1971), o diretor Sam Peckinpah vai por outro caminho. Neste caso, Dustin Hoffman é um homem pacato e intelectual, um matemático que se muda para uma cidade do interior da Inglaterra ter paz para escrever seu livro. Pessoa completamente comum, fraca e amedrontada, que além de tudo é casado com uma mulher bonita e entediada. Ao longo do filme, o personagem de Hoffman é constantemente ridicularizado, humilhado e desprezado e consegue tudo, menos tranquilidade. Sua mulher acaba caindo também em um jogo perigoso de seduções com a turma dos homens ignorantes e fortes (e sexualmente agressivos) da cidade, sem compreender a profundidade das possíveis consequências. A consequência é o ataque máximo, o estupro. A violência explode, de um modo que até hoje, quase quarenta anos depois, ainda impressiona, e o pacato Dustin Hoffman revida, em uma resposta sangrenta e mortal. O requinte visual, o roteiro preciso, e a decisiva mão da direção potente de Peckinpah, tornam coerentes a ação e a transformação do homem comum e fraco no vingador sanguinário. Não é um filme de terror, Dustin Hoffman não vira Jason. É algo mais aterrorizante: é a pessoa mais comum, tal qual qualquer um da platéira, que mata na mesma medida dos agressores e com igual ou maior brutalidade.dw-3

‘Desejo de Matar’, de 1974, é baseado em um livro, o qual não li e tenho a enorme curiosidade de fazê-lo um dia e ver até onde e em que medida o filme lhe é fiel. As minhas referências são as cinematográficas. A sacada do filme é retomar os discursos e as atitudes destes dois filmes anteriores (e de tantos outros, em principal os westerns). Do ‘Perseguidor Implacável’, a questão da violência social e a necessidade de passar por cima da lei; do ‘Sob o domínio do medo’, a possibilidade do homem comum fazer a própria justiça.

É fundamental precisar o fato do discurso em ‘Desejo de Matar’ ser o da violência como um problema social, da mesma forma como em Dirty Harry. Isso é demarcado e repetido várias vezes nas falas, nos diálogos e nas atitudes dos personagens e serve não somente para justificar a atitude de Paul Kersey, o personagem de Charles Bronson, vai além: a resposta à violencia também é uma medida social. A justificação plena vem não somente de que sentimos pena daquele senhor simpático ter perdido a mulher e a filha. A justificação, a verdadeira valorização do que ele faz, vem do próprio público, tanto o que rodeia os personagens, essa população construída ficcionalmente pelo cinema, quanto do público ‘real’ que o assiste e o aplaude, pois se reconhece nele. Para as ‘autoridades’ do filme o pior de tudo é que a figura do ‘vigilante’ é ainda mais preocupante: ele funciona. Ele mata os criminosos. E o pior de tudo, para o horror supremo das autoridades: serve como exemplo. As pessoas começam a perceber que também podem revidar, também podem bater nos criminosos, incidentalmente também pode matá-los, ao invés de esperar pela burocracia e incompetência policiais.

O próprio Paul Kersey precisa ser convencido disso. É preciso reassistir ao filme e lembrar que não é de imediato que ele começa a matar os bandidos. Ele se nega. Tenta acreditar na policia, embora saiba que eles nunca vão pegar os criminosos que invadiram sua casa, mataram sua mulher e estupraram a filha. Uma primeira medida é de somente proteção. Ele enche uma meia com pacotes de moedas, improvisando um pequeno cassetete. Ao andar de noite, meio que provocando a situação para ver se a idéia dá certo, é abordado por um ladrão e Kersey revida. E funciona. O ladrão foge, a testa arrebentada, jorrando sangue. Pela primeira vez, para o filme, para Kersey, e para o público, ele não é mais uma vítima inocente e inofensiva. Volta para casa eufórico.

Mas ainda falta um caminho a percorrer para começar a matar. De um lado, ele vai sendo convencido da necessidade de revidar (ele assiste um show de faroeste!; a lição aqui é didática ao extremo: Kersey, e o público, são lembrados do tempo que os xerifes tomavam a lei em suas mãos e não deixavam os bandidos vivos; no final, ele até ganha uma pistola de presente!). Por outro lado, sua filha sobrevive ao estupro, mas fica louca e precisa ser internada em um hospício.

Ainda é necessário lembrar o processo. Não é fácil para Kersey assumir o posto de vigilante, mesmo com o agravante da loucura da filha. Quando finalmente mata o primeiro, volta para casa apavorado, e vomita no banheiro. Aos próximos, ah, aí sim, não haverá mais remorsos, nem receios, nem vacilações. Paul Kersey, Charles Bronson, funciona aqui como um catalisador dos anseios da população aflita. À medida que vai matando, se torna um verdadeiro ídolo, o exemplo, como já disse, que deve ser seguido por todos e que se torna o pesadelo das autoridades, pois se mostra mortífero e constante, mostra para os cidadãos que ainda existe esperança (desde que você também tome as dores e não seja covarde), e inspira confiança.

Paul Kersey, através de sua atitude individual e pessoal, mostra para a sociedade que a violência (social) precisa de uma resposta social, que não é somente uma questão de vingança íntima. O determinante para que o discurso dessa resposta seja coerente, pleno, e fechado como um teorema, é o fato de que Kersey nunca conseguiu pegar os bandidos que atacaram sua família. É preciso, portanto, acabar com a violência no geral e pela raiz. Eliminando-a, literalmente.

Só por este detalhe, dá para diferenciar este Paul Kersey de 1974 de todos os outros quatro filmes. Nos demais, esquece-se, ou pelo menos, dilui-se, esse discurso social e ele se torna mais um vingador, tal qual um Dirty Harry sem distintivo. Os bandidos o atacam, ou a sua namorada, ou à filha da sua namorada, ou o amigo da filha da namorada, e ele caça estes assassinos e consegue pegá-los um por um. Ele pode até ser admirado por causa disso, mas sua ação individual não provoca mais comoções da população.

Isso posto, qual é portanto abrave grande, a enorme diferenciação, entre o Paul Kersey, Charles Bronson, de ‘Death Wish’, de 1974, com Erica Bain, Jodie Foster, de ‘The Brave One’, de 2007?

A diferença é o tamanho, o nível e o sentido da resposta que cada um assumiu.

Não existe mais a discussão ou o entendimento da violência como monstro social. Claro, continuamos a ter medo, sabemos que há considerações e razões sociais profundas para o acréscimo da violência e da criminalidade como um todo, e continuamos sem soluções à vista para se resolver isso. O problema em si não mudou nada. O que eu digo é que a percepção do problema mudou. Se ainda existe a postura da procura da pena de morte, por exemplo, como panacéia para a cura da criminalidade, não há tanto mais espaço para uma proposta de ‘campos de concentração’ para criminosos, como chegou a propor um personagem amigo de Paul Kersey. Ou, melhor dizendo, não duvido que haja pessoas que comprassem essa idéia de imediato. Mas, pelo menos, não é essa a concepção da sociedade como um todo.

De qualquer forma, pensar em uma refilmagem direta do filme de 1974 soa um tanto quanto anacrônico. O diretor Neil Jordan e o produtor Joel Silver tinham plena consciência disso, assumiram o propósito e não ficaram com medo de serem reacionariamente felizes.

Não podiam começar da mesma forma anterior. 2007 não é 1974, de modo algum. Se eles permanecem com a mesma história e a repetem com todos os detalhes, pelo menos, se preocupam em montar os preparativos da melhor forma que podem.

Erica Bain é radialista, tem um pequeno programa de crônicas sobre o cotidiano da cidade, e diariamente conta histórias pitorescas e fala sobre personagens interessantes que encontra pelo meio do caminho, em suas andanças por uma Nova York que ama. Está para se casar e vive muito bem. Portanto, é feliz. Sua vida é destroçada quando ela e seu noivo são atacados por um bando de vândalos e duramente espancados. Ela consegue sobreviver, seu noivo não. Erica repete praticamente os passos de Kersey: em um primeiro momento, ela demora a voltar a conviver com a vida cotidiana de novo em uma cidade que desconhece, é tomada de pânico, não consegue mais andar na rua sossegada, compra uma arma para sua defesa. O roteiro aqui dá uma de suas derrapadas (como há várias neste filme) e, por pura coincidência, logo depois que Erica comprou a pistola!, presencia um assalto seguido de assassinato no mercado onde parara para fazer compras. Sem pensar muito, ela se defende, reage e mata o bandido. Ela passa por todo o processo de Kersey: fica apavorada, passa mal e vomita, percebe que pode começar a atacar em vezthe_brave_one_erica_bane_with_gun de somente reagir, e começa a matar bandidos pela cidade. Passa a ser notícia. (eu gosto particularmente da cena do metrô, tanto aqui quanto em ‘Desejo de Matar’: é muito bacana olhar as diferenças de comportamento, de vestuário, de gírias, de cenário, entre um e outro). E, em dado momento, fica sabendo do paradeiro dos vândalos que a atacaram e mataram seu noivo e vai atrás deles, seca por vingança.

A reviravolta em sua vida a faz se conscientizar de coisas que a deixam chocada: da existência de uma cidade que ela não conhecia, nem sequer concebia. E a descoberta de uma pessoa, que é ela mesma, no entanto, enterrada no fundo do seu ser, e que por força das violentas condições acaba aflorando. E atacando.

“Erica  – Nova York… a cidade grande mais segura do mundo. Mas é horrível ter medo do lugar que anteriormente amou. E estar numa esquina que conhece muito bem e ter medo da sua sombra. Ver escadas conhecidas e não poder subí-las. Eu nunca havia entendido como as pessoas podiam viver com medo. Mulheres com medo de voltar sozinhas, a pé pra casa, gente com medo de encontrar pó branco em sua caixa de correio, da escuridão da noite. Gente com medo de gente. Sempre pensei que o medo pertencia aos outros. Pessoas fracas. Nunca me havia alcançado. E agora me alcançou. E quando te alcança, você se dá conta que estava ali o tempo todo, esperando debaixo da superfície de todas as coisas que você que ama. E sua pele se eriça… e seu coração se quebra… e olha pra pessoa que você já foi andando pelas ruas e fica imaginando se alguma vez voltará a ser essa pessoa.'”

O primeiro ponto, o da cidade subterrânea, violenta, monstruosa, demarca uma profunda diferenciação com ‘Death Wish’: o público de 1974 não precisava ser convencido de que existia essa tremenda e absurda condição de medo constante, de violência abrupta, cortante e constante. O trabalho ali era de convencer que elas também precisavam assumir uma postura de resposta proporcional. Ou deixar para o vigilante competente. Em ‘The Brave One’, não existe essa tendência, de forma alguma. A resposta não é mais social. É íntima. É pessoal ao ponto máximo. Tanto que o vigilante é notícia, sim, e recebe até apoio da população, mas não há o ‘perigo’ das pessoas todas se tornarem também vigilantes. A própria Erica fica chocada com a reação de fervoroso entusiasmo de algumas pessoas (mas, são poucas, não refletem a sociedade por inteiro).

Portanto, ‘The Brave One’ retoma o discurso e a ‘ideologia’ dos filmes de Bronson, só não tem coragem de assumi-lo por completo. É reacionário, mas também ‘politicamente correto’. Característica que está bem longe da cabeça dos produtores de ‘Desejo de Matar’. E este talvez seja o maior problema do filme da Jodie Foster, Neil Jordan e Joel Silver: ao não levar às últimas consequências, fica-se no meio do caminho. O que resta é mais um filme de ‘vingança’, com toques de vigilantismo mezzo assumido mezzo envergonhado, bem contado, com ótimas atuações, que dá para assistir numa boa, mas nada entusiasmante nem realmente memorável.

– certo, agora para finalizar e para não deixar margem a nenhuma dúvida besta, deixo especificado aqui bem claramente que gosto destes filmes, gosto dos filmes de Charles Bronson (até do quinto filme do Desejo de Matar que chega a ser uma piada, mas é muito divertido), gosto dos filmes norte-americanos e muitas das baboseiras de Hollywood. O que não significa que concorde com suas premissas, nem apóie suas idéias, nem pratique o vigilantismo. Que mais? Também não apoio a pena de morte. Espero ter sido suficiente.

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2 Comentários em “A Valente Jodie Foster e o Desejoso de Matar, Charles Bronson”

  1. Claudinei Vieira Says:

    E, claro, Akio que não podemos esquecer um dos maiores de todos, do qual sou fã confesso e assumido: Bruce Lee!! Valeu, camarada. grande abraço

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  2. Akio Says:

    De fato, Claudinei, Charles Bronson, Clint Eastwood, Sean Connery e outros que não me recordo, são os ícones dos filmes de aventura(embora muita gente não aprove por causa da violência). Mas cinema é ficção, é divertimento.
    Do Charles Bronson, o melhor foi “Era uma vez no Oeste”, o vingador que toca gaita(lembrei-me do Vajman, aquele que tocou no lançamento do livro-´muito ótimo).
    Do Clint, os faroestes dirigidos por Sergio Leone ficam na memória, principalmente “O bom, o mau e o feio” além do filmes policiais – Harry, o sujo.
    Sean Connery, nem se fala. Só os filmes do 007 e Marnie!
    Fico só nisso, estou indo pra rua. Fui!
    Abraço
    Akio

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