E como foi?

Pois então.

Há muito o que falar e, na verdade, há tudo a ser dito.

A quantidade de amigos foi extraordinária, muitos companheiros, várias ‘tribos’ diferentes reunidas: pessoal da faculdade, escritores amigos, a praça roosevelt, artistas e conhecidos, muita gente que admiro, respeito, e amo. Foi uma tarde especial, claro, o livro vendeu bem (viva!), o evento foi pura poesia, algumas leituras ficarão marcadas na minha memória para sempre (e por conta disso, já por isso, todo o esforço valeu o suor, o trabalho e a dedicação).

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Agora, o Desconcerto continua, obviamente. Dia primeiro foi o início.

Somente o início.

Sobre fotos: já falei por aqui sobre como as fotos proporcionam um reflexo tão pálido da emoção e do tenso sabor do momento vivido (estou me referindo, principalmente, às fotos que Eu tiro; minha incompetência foto-jornalística é atroz…). No entanto, ajudam a dar uma idéia, mesmo que distante. Renovo assim a frequência do Fotoblog do Desconcertos (clique-se AQUI) e, aos poucos, e à medida que as pessoas me mandarem as que tiraram, postarei, para compartilhar, um pouco do que foi o dia. O Daniel Cavana, além de fotos, também gravou alguns trechos, então preparem-se.

VAleu!

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4 Comentários em “E como foi?”

  1. Claudinei Vieira Says:

    opa, então acertaste de primeira! maravilha! grande abraço!

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  2. Akio Says:

    Claudinei, falhei ao escrever, pulei “calma enervante” que se refere ao tio. Sempre achei que o menino era você.

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  3. Claudinei Vieira Says:

    Meu amigo, você sempre de uma gentileza ímpar. Claro que adorei sua reação, Valeu mesmo.
    Quanto ao conto, você chegou bem perto: a história é real em todos os detalhes, eu só não sou o tio que montou a pipa com toda a calma, eu sou o próprio menino, e o conto é a narração sincera daquele dia.
    VAleu, Akio
    grande abraço!

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  4. Akio Says:

    Ô Claudinei, parabéns de novo, agora por escrito. Fica como prova de que não estou mentindo quando um dia alguém disser: Akio,você conhece Claudinei Vieira? O escritor? Então mostrarei o seu livro autografado com seus próprios punhos e empinarei o nariz diante dos incrédulos.
    Tem um conto que não tinha lido. A PIPA. Estava lendo e voltei para reiniciar a leitura. Com esse conto, você me deu uma voadora no meu pescoço, deu uma tesoura e com uma chave de braço, me imobilizou. Todos os adultos que lerem A PIPA, decerto vão se lembrar da infância. Com raras exceções, todos os garotos passaram por essa fase maravilhosa. E acredito que esse personagem que fazia a pipa com “enervante calma” imaginei que era você. È uma história sensível e interpretei a essa fase de empinar o “quadrado”, “peixinho”, “barrilete” e outros nomes como a busca da felicidade, enviar o recado ao céu. O encontro com o neguinho foi demais.
    Arrepiei.
    Abraço
    Akio

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